São seis milhões de mortes a cada ano. Já no Brasil, o AVC é a segunda causa de morte e incapacidade, com um enorme impacto econômico e social.
Por outro lado, cerca de 0% das pessoas que sofrem derrame não retornam ao trabalho e 50% ficam dependentes de outros indivíduos no dia a dia.
O tempo é fundamental para evitar sequelas graves ligadas ao AVC
Durante um AVC, aproximadamente 120 milhões de células cerebrais morrem por hora.
Se comparada com a taxa de perda celular que ocorre normalmente, é como se, em 60 minutos, o cérebro envelhecesse 3,6 anos.
Dessa forma, se 1 a cada 14 pacientes for atendido na janela de tratamento, sendo esse no período de 3 a 4 horas e meia após o início dos sintomas, é possível que o mesmo não faleça ou sofra com incapacidade cerebral.
O AVC é responsável por mais mortes anualmente do que as atribuídas à AIDS, tuberculose e malária juntas
A sociedade, de uma maneira geral, ainda têm dúvidas sobre o AVC e, principalmente, desconhece a doença.
Dados da Rede Nacional de Pesquisa, por exemplo, mostram que, entre os entrevistados, somente 15,6% sabiam o que significava a sigla e apenas 26,5% apontaram o neurologista como o médico responsável pelo tratamento.
A mesma também tem um dado curioso que mostra o desconhecimento da população, visto que os mesmos enumeraram 28 denominações diferentes para a doença, que vão de agonia, passam por derrame e terminam como um problema relacionado a velhice.
A família e os amigos são personagens importantes na percepção do AVC
Todos precisamos conhecer os sintomas e saber como tratá-los no momento do atendimento médico.
Porém, 66% das vezes, quem decide realizar o tratamento não é o paciente, e sim a família ou amigos.
Por isso, elencamos 6 desafios básicos:
- 1. Conheça os seus próprios fatores de risco, como hipertensão arterial, diabete e colesterol alto.
- 2. Seja fisicamente ativo, exercitando-se regularmente.
- 3. Evite a obesidade, mantendo uma dieta saudável.
- 4. Limite o consumo de álcool.
- 5. Evite o fumo do cigarro. Se você fuma, procure ajuda para parar agora.
- 6. Aprenda a reconhecer os sinais de alerta de um AVC.
Identificando corretamente um AVC
No Brasil, usamos os 3 F’s e o T:
- F de face: peça à pessoa para sorrir. O rosto está paralisado de um lado?
- F de força no braço: peça à pessoa para levantar os braços. Algum deles está dormente?
- F de fala: peça à pessoa para repetir uma frase simples. A voz está enrolada? A mesma consegue repetir as palavras ou é difícil de entender o que está sendo dito por ela?
- T de tempo: se a pessoa tiver um destes sintomas, o tempo é fundamental. Ligue o 192 para ser transportada com urgência ao hospital.
Quando o AVC, de fato, acontece
O AVC acontece quando o suprimento de sangue que vai para o cérebro é interrompido ou drasticamente reduzido, privando as cédulas de oxigênio e nutrientes.
Ou, então, quando um vaso sanguíneo se rompe, causando hemorragia cerebral.
Tipos de AVC
AVC isquêmico – é causado pela obstrução ou redução brusca do fluxo sanguíneo em uma artéria do cérebro, desencadeando falta de oxigenação na região.
É responsável por cerca 85% dos casos e possui como principais fatores de risco pressão alta, diabete, colesterol alto, tabagismo e arritmias cardíacas.
AVC hemorrágico – acontece quando um vaso se rompe espontaneamente e há extravasamento de sangue para o interior do cérebro.
Este tipo está ligado a quadros de hipertensão arterial, além de outras patologias, como aneurismas e malformações vasculares no cérebro.
Números que impressionam
O AVC é a segunda principal causa morte no Brasil, perdendo somente para o infarto agudo do miocárdio.
Além disso, no grupo das doenças cerebrovasculares, o mesmo corresponde a pouco mais de 80% das internações pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Contudo, além da elevada incidência, há também de se considerar as sérias consequências médicas e sociais que podem resultar em derrame, como sequelas físicas, funcionais e emocionais, por exemplo.
O impacto do AVC vai além do paciente
As sequelas, principalmente nos casos de AVC não tratado, implicam em algum grau de dependência, principalmente no primeiro ano após o derrame, com cerca de 30 a 40% dos sobreviventes impedidos de voltarem ao trabalho e requerendo algum tipo de auxílio no desempenho de atividades cotidianas básicas.
Além dos óbitos, custos hospitalares e previdenciários, a perda de autonomia entre adultos e a sua consequente dependência é outra forma de expressar a gravidade da doença.
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